Quem somos nós

A Ecohabitat é um escritório de arquitetura em Florianópolis-SC que desenvolve projetos e promove consultorias na área de construções sustentáveis. Seu objetivo é difundir a arquitetura ecológica e saúdável, encontrando as melhores soluções práticas para cada caso.
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    Material reciclado | sexta-feira, 11 dezembro, 2009

    Devido à quantidade de e-mails de pessoas interessadas em material reciclado que recebemos, este post é especialmente para divulgar a reciclagem.

    Você sabia que:

    • uma simples latinha de
      refrigerante
      pode levar mais de 500 anos até se decompor na
      natureza?
    • 50 Kg de papel velho podem
      salvar a vida de uma árvore que levou 40 anos para
      crescer?
    • 49% da energia
      proveniente de fontes primárias no Brasil é Renovável?

    Especialistas estimam que o
    planeta não
    sobreviverá por muito tempo no atual ritmo de desenvolvimento. Os
    recursos naturais
    que pareciam ser inesgotáveis há alguns
    anos, já demonstram sinais de esgotamento.


    Paralelamente, o volume de lixo gerado aumenta a cada dia. Em
    média, cada brasileiro produz 0,6Kg de lixo todos os dias. Isto
    representa mais de 120 mil toneladas de lixo todos os dias. Os lixões
    e aterros estão cada vez mais sem espaço, aumentando a
    necessidade de um sistema de Reciclagem eficiente.

    Você tem interesse em trabalhar com reciclagem?

    Este é um campo que está se abrindo cada vez mais frente à quantidade de lixo que geramos e as possibilidades existentes de transformá-lo em algo útil.

    Se você tem interesse em trabalhar com isso, de começar uma pequena recicladora ou pequena indústria de reciclagem, indicamos um curso on-line bem completo para você aprender as noções básicas desse ramo. Clique no banner abaixo e conheça:

    Curso de reciclagem e energias renováveis: http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao8918&id=9228&url=cursos/reciclagem-energias-renovaveis




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    Tags: material reciclado
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    Madeira ao natural - ambientes naturais | sexta-feira, 13 novembro, 2009

    A natureza é a nossa maior inspiração, nada melhor do que troncos de árvores para levantar nossos refúgios. Aqui estão algumas idéias lindas de como se pode usar este material natural para criar ambientes aconchegantes, “vivos”, harmônicos e belos.

    Troncos seguram a estrutura de madeira nesta casa do arquiteto Mr. Gundersen

    Troncos seguram a estrutura de madeira nesta casa do arquiteto Mr. Gundersen

    Critividade! O guarda-corpo do mezanino é a ramificação do tronco de sustentação!

    Critividade! O guarda-corpo do mezanino é a ramificação do tronco de sustentação!

    A casa fica com espaços lúdicos!

    A casa fica com espaços lúdicos!

    No Brasil, a técnica do pau-a-pique faz uso do material natural.

    No Brasil, a técnica do pau-a-pique faz uso do material natural.

    Técnica do CoWood, tronquinhos de madeira estão no lugar dos blocos de alvenaria. A terra natural une os elementos.

    Técnica do CobWood: tronquinhos de madeira estão no lugar dos blocos de alvenaria. A terra natural une os elementos.

    Na decoração: que tal usar os restos de escoras da obra e fazer uma bela parede de tronquinhos?

    Na decoração: que tal usar os restos de escoras da obra e fazer uma bela parede de tronquinhos?

    Esta última idéia é linda, não? Aqui no Brasil podemos encontrar o material de revestimento em tronquinhos pronto. É fabricado pela Seivarte, uma placa de revestimento decorativo feita com bolachinhas de madeira cortados, o material é sustentável, pois a madeira vem da poda da macieira, seria jogada fora, mas agora vira este lindo revestimento.

    Tags: arquitetura sustentável, madeira, paredes ecológicas
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    Ecobanheiro chique | terça-feira, 3 novembro, 2009

    Fizemos um lindo Ecobanheiro neste mês, que vai até participar do prêmio Deca Um Sonho de Banheiro. Vejas os princípios que utilizamos para este e copie as dicas:

    - Água de lavatório, chuveiro e banheira passam por um tratamento para serem reutilizados do vaso sanitário;

    - A tubulação de água quente e fria é de Pex, que é menos tóxico e não usa conexões;

    - A água aquece por calor solar;

    - A iluminação do banheiro é toda por Led e lâmpadas fluorescentes, gastando 60% menos energia;

    - Os revestimentos de porcelanato são de fábrias locais (Portobello e Portinari), e tem produção limpa e eficiente;

    - A bancada não é de granito, é de porcelanato (que tem maior aproveitamento de material e extração menos impactante);

    - O vaso sanitário é com caixa acoplada Dual Flux, que gasta muito menos água;

    - Os móveis são de MDF certificado pelo FSC.

    Vejas as imagens do fotógrafo Gustavo Monteiro (Cachorro):

    dsc08409menor

    dsc08431menor

    Tags: ecobanheiro, Móveis ecológicos
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    Parede de quê? | terça-feira, 27 outubro, 2009

    A primeira dúvida de nossos clientes que querem construir de forma mais sustententável é: mas e as paredes, vão ser de quê?

    Realmente, as paredes, apesar de ser um item barato na obra, são o maior volume de material e definem muita coisa num projeto.

    Para esta pergunta, temos várias respostas, aqui estão algumas sugestões mais sustentáveis para ajudar:

    - Paredes de solo-cimento;

    - Paredes de adobe;

    - Paredes de pau a pique (já existem construções modernas lindas com essa antiga técnica);

    - Parede de pedra;

    - Parede de madeira certificada;

    - Parede de tijolo de demolição;

    - Parede de OSB (a Masisa fornece OSB com certificado de baixa emissão de formaldeído);

    - Parede de chapas de madeira mineralizada Climatex;

    - Parede de bambu;

    - Parede de fardos de palha;

    - Paredes do que a sua criatividade permitir!

    Veja algumas soluções da Casa Modelo EcoHabitat:

    Casa modelo Ecohabitat - paredes aparentes em tijolo de solo-cimento

    Casa modelo Ecohabitat - paredes aparentes em tijolo de solo-cimento

    Casa modelo EcoHabitat - parede divisória em chapas de madeira mineralizada Climatex

    Casa modelo EcoHabitat - parede divisória em chapas de madeira mineralizada Climatex

    Tags: construção sustentável, obras mais sustentáveis, paredes ecológicas, Tijolos de solo-cimento
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    Pinturas ecológicas | terça-feira, 27 outubro, 2009

    Você sabia que a pintura de nossas casas contribui para a poluição urbana?

    Sim, as tintas imobiliárias a base de resinas e solventes emitem poluentes tóxicos, chamados COVs, ou compostos orgânicos voláteis, durante a vida útil da pintura. Ou seja, em ambientes mal ventilados, os COVs da pintura das paredes, tetos e móveis, junto com fumaça de cigarro e outras emissões, podem tornar o ar interno muito prejudicial à saúde.

    Em edificações sustentáveis, pensamos em alternativas menos tóxicas. As soluções podem ser tanto o uso das antigas pinturas com cal, com argila, como tintas latex (que tem menos solvente), tintas e vernizes a base de água, tintas acrílicas “sem cheiro”.Para maiores informações, a ABRAFATI (associação brasileira dos fabricantes de tinta) pode passar uma lista dos fabricantes que possuem certificação ou produzem materiais mais sustentáveis para pintura.

    Para diminuir as emissões na casa modelo EcoHabitat utilizamos:

    • Pintura a base de cal nas paredes texturizadas internas;
    • Pintura latex PVA em todas as outras paredes, na cor branca;
    • Pintura ecológica Solum (comercializada pelo ECOCASA), feita somente com elementos naturais, para pintura externa da casa;
    • Stain Osmocolor, cuja produção tem certificação verde pela Coatings Care;
    • Resina acrílica a base de água, para impermeabilizar os tijolos de solo-cimento;
    • Esmalte a base de água, para pintura branca das madeiras e esquadrias;
    Parede em tijolo de solo cimento + reboco fino de cimento, areia e cal + pintura verde feita com cal, água, óleo de linhaça e pó xadrez

    Parede em tijolo de solo cimento + reboco fino de cimento, areia e cal + pintura verde feita com cal, água, óleo de linhaça e pó xadrez

    Aplicação da tinta ecológica na parede externa

    Aplicação da tinta ecológica na parede externa

    Tinta ecológica Solum, feita com argila e elementos naturais

    Tinta ecológica Solum, feita com argila e elementos naturais

    Casa modelo EcoHabitat com pinturas mais sustentáveis - quase pronta!

    Casa modelo EcoHabitat com pinturas mais sustentáveis - quase pronta!

    Tags: construção sustentável, pintura ecológica, Selos verdes
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    Como saber se seu produto é sustentável? | sexta-feira, 10 julho, 2009

    Na verdade, produto 100% sustentável não existe, mas existem muitos pelo mercado da construção que tem muitos benefícios a oferecer e outros, muitos malefícios a esconder!

    Mas como saber se um produto é MAIS sustentável que outro?

    Alguns pensam que, produtos que se chamam “eco” ou “verdes” são, com certeza, sustentáveis, mas podem estar enganados. Como no Brasil não existem regras estabelecidas para selos verdes, muitos fabricantes criam seus selos próprios, quando acham que algo em seus produtos é mais sustentável, porém sua produção pode estar sendo prejudicial ao ambiente. Temos o exemplo do selo ISO 14000, ele não indica que o produto é sustentável e sim, que sua produção tem um sistema de gestão ambiental (pode gastar menos água/energia e/ou tratar os resíduos e emissões), mas a matéria-prima do material, seu descarte e suas emissões durante o uso na construção podem ser bastante maléficos, como é o caso do PVC e de muitas tintas do mercado…

    O material deverá ter menos impatos ambientais e sociais durante toda a sua vida útil, desde a extração na natureza, até o modo como é construído/utilizado e depois, descartado (se puder ser reutilizado ou reciclado, melhor ainda!). Para ajudar nessa difícil tarefa de escolher e analisar um produto, uma relação de categorias de impacto devem ser respeitadas:

    CATEGORIA A: Água - selecionar materiais e componentes que contribuam para o uso racional de água, ou que não comprometam os recursos hídricos;
    CATEGORIA MP: Matéria-prima - selecionar materiais e componentes com matéria-prima local, natural, com longa vida útil, de fonte certificada, com extração sem impactos, reciclada ou de reuso, de fonte renovável, sem componentes poluentes;
    CATEGORIA EN: Energia - selecionar materiais e componentes que contribuam para o uso racional de energia, que priorizem o uso de energia de fontes renováveis;
    CATEGORIA EM: Emissões - selecionar materiais e componentes que possuam baixa emissão de gases de efeito estufa, gases tóxicos ou perigosos, principalmente VOC;
    CATEGORIA RE: Resíduos - selecionar materiais e componentes cujos resíduos são atóxicos, sem POP, recicláveis, recuperados pelo fabricante, reutilizáveis ou biodegradáveis;
    CATEGORIA T: Transporte - selecionar materiais locais, diminuindo transporte de mercadorias, ou usar materiais transportados por meios de baixo impacto;
    CATEGORIA SE: Aspectos sócio-econômicos - selecionar materiais que possuam viabilidade econômica; contribuam para um ambiente saudável e seguro; possuam boa transferência tecnológica, viabilidade de industrialização e comercialização; sejam produzidos com respeito às condições humanas, com políticas empresariais de ações sociais; e que dão ênfase à economia local.

    Claro que é difícil obter todas essas informações sobre um produto, mas devemos estar mais atentos aos produtos do mercado: do que é feito, quem fabricou, de onde veio, se o material é poluente e artificial ou natural… busque o máximo de informações!
    Para ajudar mais um pouco, indicamos uma matéria da Planeta Sustentável, que indica lojas verdes que vendem produtos ecológicos, econômicos e sustentáveis: planetasustentavel
    Faça boas compras!

    Tags: Selos verdes
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    Perigos do PVC e alternativas sustentáveis para tubulações | quinta-feira, 18 junho, 2009

    A maioria não sabe, mas o uso do plástico PVC deverá ter seus dias contados. Sua produção é extremamente poluente, assim como a de todas as resinas vinílicas, utilizadas também em pisos vinílicos e alguns impermeabilizantes.

    As resinas vinílicas são todas carcinogênicas segundo a americana EPA (2008), e a exposição prolongada a estas substâncias pode causar gastrite, dermatites e problemas de fígado. Outro problema grave do PVC está na sua queima, pois pode liberar a substância mais tóxica produzida pelo homem, a Dioxina.

    Além de suas características carcinogênicas, os plásticos não-biodegradáveis como o PVC apresentam um sério problema para o lixo das grandes cidades. Por se tratar de compostos orgânicos, os componentes destes plásticos podem ocasionar um impacto sistêmico, pois suas substâncias se aderem a plantas e animais, causando doenças e morte por grandes distâncias. O PVC ainda utiliza gás cloro em sua fabricação que, quando queimado, libera ácido clorídrico, causador da chuva ácida.

    Já é comprovado que os aditivos do PVC são altamente tóxicos. A Suécia foi o primeiro país a votar, em 1995, a extinção em fases do uso do PVC. A Dinamarca introduziu um imposto de vendas do PVC em 1999, e proíbe o uso de aditivos do PVC; desde 1997 brinquedos de PVC foram banidos da Áustria, França, Grécia, México, Noruega e Suécia. 43% da matéria-prima do PVC é derivada do petróleo, 82% dos dejetos de PVC vão para o lixo, 15% é incinerado, sendo que a incineração gera substâncias tóxicas. A fabricação de PVC utiliza 8 vezes mais energia do que a madeira por exemplo (ECOHOUSE, 2007).

    Um texto pesquisado, provindo de um artigo lançado no The Institute of Science in Society, explicita de forma clara os perigos do PVC:

    A produção de PVC envolve o transporte de materiais explosivos perigosos tais como o monovinil cloreto (um carcinogênico) e gerador de lixos tóxicos, notavelmente o alcatrão dicloreto de etileno. Os resíduos de piche (ou alcatrão) contêm enormes quantidades de dioxinas que quando incinerado ou aterrado dispersa dioxina no ambiente. Numerosos aditivos são incorporados no produto de consumo, incluindo amaciadores para torná-lo flexível, metais pesados como estabilizadores das cores e fungicidas. Dioxinas são geradas durante a fabricação e aparece no descarte como lixo e algumas vezes no próprio produto. Plastificantes não ficam confinados ao plástico e podem lixiviar depois de algum tempo. Os plastificantes presentes nos pavimentos de vinil evaporam ficando em suspensão nos ambientes dos prédios. O mais comum deles é o ftalato DEHP (di(2-ethylhexyl)phthalate), é um carcinogênico suspeito e mais de 90% são empregados somente para fazer produtos de PVC flexíveis, incluindo brinquedos infantis e mordedores. Desde 1999, a União Européia proibiu os ftalatos em brinquedos que são levados à boca das crianças abaixo de três anos de idade. ( NOSSO FUTURO ROUBADO, 2008).

    As alternativas:

    Os plásticos PP, PET e PP são os menos tóxicos, apesar de também envolverem substâncias perigosas, porém são facilmente recicláveis. Algumas tubulações elétricas e hidráulicas já vem sendo desenvolvidas com a reciclagem destes materiais, que são até mais baratos no mercado.

    Para a água quente nas edificações, as tubulações em cobre também podem ter problemas ambientais em sua fabricação, por isso indica-se o uso de tubulações Pex ou PPR.

    A tubulação Pex é produzida em Santa Catarina pela Climatex/HidroPex.

    A tubulação de PPR é fabricada pela Amanco.

    Tubulação Pex - os tubos são flexíveis e não é necessário o uso de conexões.

    Tubulação Pex - os tubos são flexíveis e não é necessário o uso de conexões.

    Tubulação para água quente da Amanco (PPR) - solução mais sustentável.

    Tubulação para água quente da Amanco (PPR) - solução mais sustentável.



    Tags: construção sustentável, Materiais poluentes, material reciclado
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    Obras EcoHabitat - mês de maio 2009 | segunda-feira, 1 junho, 2009

    As obras da casa modelo ecohabitat estão evoluindo. Agora a casa já está coberta e as paredes, num misto de alvenaria de cerêmica e blocos de solo-cimento, já estão levantadas. As telhas de material reciclado já estão no local à espera da execução do madeiramento do telhado em Cambará Rosa.

    Primeiro andar com paredes de solo-cimento

    Primeiro andar com paredes de solo-cimento

    Segundo andar com paredes de solo-cimento e execução dos brises em concreto armado

    Segundo andar com paredes de solo-cimento e execução dos brises em concreto armado

    Vista dos fundos da obra

    Vista dos fundos da obra

    Materiais sustentáveis na obra: telhas 100% de material reciclado e tijolos de solo-cimento

    Materiais sustentáveis na obra: telhas 100% de material reciclado e tijolos de solo-cimento

    Tags: material reciclado, Tijolos de solo-cimento
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    Simpático e sustentável | quinta-feira, 23 abril, 2009

    Ótima esta idéia para decoração alternativa: casinhas de passarinho feitas com placas de sinalização e comunicação visual que iriam para o lixo. As cores e letras deram um ar moderninho e simpático nesta releitura.

    Casa de passarinho reciclada

    Casa de passarinho reciclada

    Esta outra idéia para decoração também é de material reciclado. O papelão iria para o lixo, mas virou uma linda estante para livros, utensílios, revistas…

    Mini-estante de papelão reciclado

    Mini-estante de papelão reciclado

    Tags: material reciclado, Móveis ecológicos
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    Telhas de material reciclado | sexta-feira, 17 abril, 2009

    Uma alternativa para coberturas de edifícios mais sustentáveis é o uso de telhas de material reciclado.

    Com a reciclagem de embalagens TetraPak, produz-se telhas onduladas com desempenho melhor que as de fibrocimento. Por conter alumínio em sua mistura, a telha cria uma barreira radiante que melhora seu desempenho térmico. A mistura de outros materiais da embalagem, como papelão e plásticos, faz a telha possuir baixa transmissão acústica, maior resistência e menor preço.

    As telhas podem ser utilizada também para construção de barracão e tapumes de obra. As placas do mesmo material podem ser utilizadas para móveis e fôrmas para concreto. A variedade de usos é grande.

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    No caso da necessidade de uma cobertura translúcida, já existe também a reciclagem de garrafas PET para telhas e placas.

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    A empresa TecFort é parceira da EcoHabitat no fornecimento de telhas de embalagem TetraPak.

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    Tags: cobertura, material reciclado
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